Domingo, 13 de setembro de 2026Edição nº 12 · Direito empresarialFortaleza · São Paulo
EDITORIAL
Negócios complexos não pedem mais páginas. Pedem menos dúvida.
Todo contrato que chega a este escritório carrega a mesma pergunta disfarçada: o que pode dar errado, e quanto isso custa? Respondemos em uma página antes de responder em trinta. Se a cláusula não protege de algo concreto, ela não deveria existir — e dizemos isso ao cliente, não ao processo.
Nesta edição: por que a reorganização societária virou ferramenta de gestão e não de crise, o que muda na proteção de dados para quem vende por assinatura, e três casos em que a saída mais barata foi não litigar.
A biblioteca da sede, em Fortaleza.
SUMÁRIO · ÁREAS DE ATUAÇÃO
01
Societário e M&A
Estrutura, fusões, aquisições e o acordo de sócios que evita a briga.
02
Contratos empresariais
Fornecimento, distribuição, tecnologia e SaaS — redigidos para operar, não só para assinar.
03
Proteção de dados
Programas de conformidade à LGPD que a operação consegue seguir.
04
Tributário estratégico
Planejamento antes do fato gerador; contencioso quando vale a pena.
05
Contencioso e arbitragem
Quando o litígio é inevitável, ele é conduzido com orçamento e prazo.
06
Trabalhista empresarial
Política, prevenção e defesa para empresas em crescimento.
ANÁLISES
A reorganização societária deixou de ser remédio
Marina Alencar · Sócia · Societário · 8 min
“Quem espera a crise para reorganizar paga o preço da pressa. Quem reorganiza para crescer escolhe o momento.”
Holdings, cisões e a nova leitura do fisco sobre ágio: o que mudou e o que continua valendo.